sábado, 9 de agosto de 2014

VERDADE - Triagem Contra Drogas

VERDADE - Triagem Contra Drogas

Lidamos com triagem para recuperação e ressocialização de dependentes químicos (ÁLCOOL/DROGAS).
TEM UM DEPENDENTE QUÍMICO PRÓXIMO A VOCÊ E NÃO SABE O QUE FAZER, NÃO SE DESESPERE, PODEMOS COM TODA CERTEZA AJUDA-LO!

 

NÃO DEIXE PARA AMANHÃ O QUE VOCÊ PODE FAZER HOJE, O AMANHÃ PODE NÃO ACONTECER!

Trabalhamos com internação voluntária e involuntária, masculina e feminina com clínicas em Monte Aprazível e São José do Rio Preto.



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QUARTO PASSO - Detalhado

PASSO QUARTO

“Fizemos um profundo e destemido inventário moral de nós mesmos.”

O propósito de um profundo e destemido inventário moral é arrumar a confusão e a contradição das nossas vidas, para que possamos descobrir quem realmente somos. Estamos começando uma nova maneira de viver e precisamos nos livrar da carga e das armadilhas que nos controlavam e impediam nosso crescimento.À medida que nos aproximamos deste passo, a maioria de nós teme que haja um monstro dentro de nós que, se for libertado, irá nos destruir. Este medo pode nos levar a adiar o nosso inventário ou pode até nos impedir totalmente de dar este passo crucial. Descobrimos que o medo é a falta de fé, e  ncontramos um Deus amoroso e pessoal a quem podemos recorrer. Não precisamos mais ter medo.
Fomos mestres em auto‐engano e racionalizações. Escrevendo o nosso inventário, podemos superar estes obstáculos. Um inventário escrito vai desvendar partes do nosso subconsciente, que permanecem escondidas, quando apenas pensamos ou falamos sobre quem somos. Quando está tudo no papel, é muito mais fácil ver a nossa verdadeira natureza, e muito mais difícil negá‐la. A auto‐avaliação honesta é uma das chaves da nossa nova maneira de viver.
Vamos encarar os fatos: quando usávamos, nós não éramos honestos conosco. Começamos a ser honestos conosco, quando admitimos que a adicção nos derrotou e que precisamos de ajuda.
Levou muito tempo para admitirmos que estávamos derrotados. Descobrimos que não nos recuperamos  física, mental e espiritualmente da noite para o dia. O Passo Quatro vai nos ajudar na nossa recuperação. A maioria de nós descobriu que não éramos nem tão terríveis, nem tão maravilhosos quanto imaginávamos. Ficamos surpresos por descobrir que temos coisas boas no nosso inventário. Qualquer pessoa que esteja há algum tempo no programa e tenha praticado este passo vai lhe dizer que o Quarto Passo foi um momento decisivo na sua vida.
Alguns de nós cometeram o erro de chegar ao Quarto Passo como se fosse uma confissão de como somos horríveis — como fomos maus. Nesta nova maneira de viver, um porre de sofrimento emocional pode ser perigoso. Não é este o propósito do Quarto Passo. Estamos tentando nos libertar de uma vida de padrões velhos e inúteis. Damos o Quarto Passo para crescer e ganhar força e discernimento. Podemos abordar o Quarto Passo de várias maneiras.
Os Passos Um, Dois e Três são a preparação necessária para se ter fé e coragem para escrever um inventário destemido. É aconselhável repassarmos os três primeiros passos com um padrinho ou madrinha antes de começarmos. A nossa compreensão destes passos nos deixa à vontade. Nós nos damos o privilégio de nos sentirmos bem com o que estamos fazendo. Estivemos nos debatendo por muito tempo, sem chegar a lugar nenhum. Começamos agora o Quarto Passo e abrimos mão do medo. Simplesmente escrevemos o melhor que podemos no momento.
Precisamos pôr um ponto final no passado, e não nos agarrar a ele. Queremos encarar nosso passado de frente, vê‐lo como ele realmente foi e libertá‐lo para podermos viver o hoje. Para a maioria de nós, o passado era um fantasma no armário. Temíamos abrir aquele armário, com medo do que o fantasma pudesse fazer. Não temos que olhar para o passado sozinhos. Agora, nossas vontades e nossas vidas estão nas mãos do nosso Poder Superior.
Parecia impossível escrever um inventário completo e honesto. E era, enquanto estivéssemos trabalhando com o nosso próprio poder. Fazemos alguns momentos de silêncio antes de escrever e pedimos força para sermos destemidos e profundos.
No Passo Quatro, começamos a entrar em contato conosco. Escrevemos sobre as nossas deficiências, tais como culpa, vergonha, remorso, autopiedade, ressentimento, raiva, depressão, frustração, confusão, solidão, ansiedade, deslealdade, desesperança, fracasso, medo e negação.
Escrevemos sobre aquilo que nos incomoda aqui e agora. Temos a tendência de pensar negativamente e, escrevendo, temos a possibilidade de olhar mais positivamente para o que está acontecendo.
As qualidades também têm que ser consideradas, se quisermos ter um quadro mais correto e completo de nós mesmos. Isto é muito difícil para a maioria de nós, pois é difícil aceitar que temos boas qualidades. No entanto, todos temos qualidades, muitas delas recém‐encontradas no programa, tais como estar limpo, ter mente aberta, consciência de Deus, honestidade com osoutros, aceitação, ação positiva, partilhar, ter boa vontade, coragem, fé, carinho, gratidão, gentileza e generosidade. Nossos inventários geralmente incluem os relacionamentos.
Examinamos nossa atuação passada e nosso comportamento presente, para ver o que queremos manter e o que queremos descartar. Ninguém está nos forçando a desistir da nossa miséria. Este passo tem fama de ser difícil; na realidade, ele é bastante simples.
Escrevemos o nosso inventário sem pensar no Quinto Passo. Trabalhamos o Passo Quatro como se não existisse o Passo Cinco. Podemos escrever a sós ou perto de outras pessoas, como for mais confortável para nós. Podemos escrever muito ou pouco, o quanto for necessário. Alguém com experiência pode nos ajudar. O importante é escrevermos um inventário moral. Se a palavra moral o incomodar, podemos chamá‐lo de inventário do positivo/negativo. A maneira de escrever um inventário é escrevê‐lo! Pensar a respeito do inventário, falar sobre ele, teorizar sobre o inventário, não faz dele um inventário escrito. Nós nos sentamos com um bloco, pedimos orientação, pegamos a caneta e começamos a escrever. Qualquer coisa em que pensemos é material para o inventário.
Quando percebemos o pouco que temos a perder e o quanto temos a ganhar, começamos este passo.
Um método prático é saber que poderemos escrever de menos, mas nunca escreveremos demais. O inventário vai se ajustar ao indivíduo. Talvez pareça difícil ou doloroso. Pode parecer impossível. Podemos temer que o contato com os nossos sentimentos vá detonar uma insuportável reação em cadeia de dor e pânico. Podemos querer evitar um inventário por medo de fracasso. Quando ignoramos nossos sentimentos, a tensão é demais para nós. O medo do confronto iminente é tão grande que ultrapassa o nosso medo do fracasso.
O inventário torna‐se um alívio, pois a dor de fazê‐lo é menor do que a dor de não fazê‐lo.
Aprendemos que a dor pode ser um fator que motiva a recuperação. Portanto, torna‐se inevitável encará‐la. Todo tema de reuniões de passos parece ser o Quarto Passo ou o inventário diário.
Através do processo de inventário, somos capazes de lidar com todas as coisas que possam se acumular. Quanto mais vivemos o nosso programa, mais parece que Deus nos coloca em situações onde surgem questões. Quando as questões surgem, escrevemos sobre elas. Começamos a apreciar a nossa recuperação, porque temos uma maneira de resolver a vergonha, a culpa ou o ressentimento.
O estresse acumulado dentro de nós é libertado. Ao escrever, vamos abrir a tampa da nossa panela de pressão. Decidimos se queremos servir o que tem dentro, colocar a tampa de volta, ou jogar fora. Não precisamos mais nos cozinhar dentro dela.
Sentamos com papel e caneta e pedimos ajuda ao nosso Deus, para que nos revele os defeitos que nos causam dor e sofrimento. Rogamos coragem para sermos destemidos e profundos, e para que o inventário possa nos ajudar a colocar nossas vidas em ordem. Quando rezamos e agimos, sempre conseguimos melhor resultado.
Não vamos ser perfeitos. Se fôssemos perfeitos, não seríamos humanos. O importante é que façamos o nosso melhor. Usamos as ferramentas à nossa disposição e desenvolvemos a capacidade de sobreviver às nossas emoções. Não queremos perder nada do que ganhamos; queremos continuar no programa. A nossa experiência demonstra que nenhum inventário, por mais profundo e completo, terá qualquer efeito duradouro, se não for prontamente seguido de um Quinto Passo igualmente completo.

FONTE:
Guia Introdutório para Narcóticos Anônimos
Os Doze Passos e as Doze Tradições reimpressos e adaptados com autorização de AA World Services, Inc.
Tradução de literatura aprovada pela Irmandade de NA.
Copyright © 1996 by
Narcotics Anonymous World Services, Inc





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Vale a pena recuperar das dependências (Adicção)?

Vale a pena recuperar das dependências (Adicção)?


























50 Razões pela qual você deve interromper a progressão dos comportamentos adictivos:
  • Drogas lícitas, incluindo o álcool, e/ou ilícitas,
  • Dependência emocional,
  • Distúrbio alimentar,
  • Sexo,
  • Jogo,
  • Compras,
  • Furto.
  1. Quebra o silêncio e o isolamento. Deixa de ter vida dupla, sem segredos e mentiras relacionados com a adicção.
  2. Assume o controlo da sua vida quebrando a negação, o estigma e a vergonha associados aos comportamentos adictivos.
  3. Aprende que a adicção é uma doença; não é uma fraqueza e não é um ato voluntario.
  4. Você participa na solução do problema, em vez de contribuir para o agravamento dos sintomas da adicção.
  5. Deixa de ser a “ovelha negra” da família e o centro dos problemas – “bode expiatório.”
  6. Interrompe a compulsão, da dependência de substâncias psicoativas lícitas, incluindo o álcool, e as ilícitas, através da abstinência.
  7. Programa de recuperação; plano e objetivos específicos de vida.
  8. Ao pedir ajuda profissional não está sozinho/a; quebra a solidão e a vergonha.
  9. Aprende a lidar, de uma forma construtiva, com os sentimentos dolorosos; raiva, dor, medo, ressentimento, vergonha e culpa.
  10. Adquire autonomia, mestria e propósito no rumo da vida.
  11. Relação saudável com colegas e empresa: faz parte da equipa; em vez de fazer parte dos problemas.
  12. Melhora a saúde física e mental.
  13. Faz mudanças significativas na sua vida: atitudes e comportamentos – você é o agente da mudança.
  14. Gestão construtiva dos recursos financeiros; poupanças, investimentos, etc.
  15. Melhora a performance e produtividade no trabalho ou faz mudanças na área profissional.
  16. Melhora a qualidade da relação com os colegas de trabalho e/ou patrão.
  17. “Deixa de cometer os mesmos erros à espera de resultados diferentes”.
  18. Estabelece relacionamentos saudáveis e positivos com as outras pessoas.
  19. Reconquista a dignidade e a auto estima afetada pelos comportamentos adictivos.
  20. Liberdade de escolha e decisão no rumo da sua vida (sair da zona de conforto).
  21. Faz planos realistas, cumpre e recompensa-se, em vez de fazer promessas infindáveis que não cumpre, que servem somente como álibi, desculpas e justificações.
  22. Liberta-se da auto piedade e pára de culpar os outros e o mundo à sua volta; responsabilização e respeito.
  23. Faz um serio investimento na sua vocação.
  24. Desenvolve relacionamento de intimidade, honestidade e compromisso com o seu parceiro/a.
  25. Desenvolve competências individuais e sociais; assertividade, gestão de emoções, estabelece limites, gere a impulsividade, gestão do stress, organiza atividades saudáveis (hobbies).
  26. É devolvido/a  à sanidade. Interrompe a logica adictiva (circulo de pensamentos que reforçam as crenças e padrões de comportamentos disfuncionais).
  27. Melhora o relacionamento com a família, incluindo as crianças.
  28. Vive um dia de cada vez.
  29. Adia o prazer imediato. Define critérios saudaveis e prioridades, no dia-a-dia.
  30. Aprende a sorrir, a divertir-se e a não se levar demasiado a sério.
  31. Trabalha as competências da comunicação na gestão dos conflitos; é assertivo. Não é passivo/a ou agressivo/a ou manipulador/a.
  32. Aprende que os ressentimentos do passado são fonte de aprendizagem em vez de serem fonte de descontentamento, remorso, ódio – ressentimentos de “estimação”.
  33. Identifica os efeitos negativos do perfecionismo e cria uma lógica construtiva e mais realista de acordo com as suas limitações e talentos.
  34. Desenvolve hábitos alimentares saudáveis e diversificados.
  35. Integra os paradoxos no seu devir, alterando paradigmas disfuncionais; as pessoas não são perfeitas, sofremos desilusões, mas também desiludimos os outros.
  36. Identifica as suas emoções e é honesto/a. Sentir é OK, não existem sentimentos certos e errados.
  37. Identifica as áreas de risco de deslize/recaída e os fatores de proteção – abstinência/recuperação. A recuperação é uma prioridade na sua vida.
  38.  Desenvolve e promove uma relação espiritual com uma entidade/algo superior, sem dogmas e ou divindades: conceito individual e livre (espiritualidade).
  39. Realiza alguns dos seus sonhos, todavia aprende a importância da persistência e da esperança; basta acreditar.
  40. Adota comportamentos saudáveis que reforçam e promovem a sua sexualidade e o sexo, sem mitos, preconceitos ou tabus.
  41. Desenvolve hábitos e comportamentos saudáveis com a alimentação, com o seu corpo e o seu peso.
  42. Aprende a definir limites nos relacionamentos de intimidade: existe o amor saudável e/ou a dependência emocional, que não é amor.
  43. Aprende a importância da genuinidade, da coerência, da integridade e da liberdade.
  44. Desenvolve objetivos de vida auto motivacionais. Busca a motivação intrínseca.
  45. Aprende que para se ser feliz é preciso sair da zona de conforto.
  46. Elabora com regularidade o diário da Gratidão. Do que é que se sente grato/a?
  47. Identifica padrões de comportamentos disfuncionais na gestão do stress crónico.
  48. Identifica a diferença entre a vergonha saudável e a vergonha tóxica.
  49. Desenvolve exercício físico e hábitos saudáveis de alimentação.
  50. Você não é o único e não está sozinho/a.
Esta lista não tem fim…

publicado por João Alexandre Rodrigues

VERDADE Triagem Contra Drogas

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As 10 desculpas mais frequentes (drogas)

As 10 desculpas mais frequentes
Quem é gosta de ser confrontado? Ninguém gosta de ser contrariado. Por exemplo, quando alguém é confrontado devido à descoberta de uma mentira ou erro que tenha cometido, qual é a primeira reacção? Negar a realidade. Apesar de haver algumas diferenças, nos comportamentos adictivos o fenómeno é semelhante, um individuo adicto que seja confrontado, pelas consequências negativas da sua adicção, irá responder de uma forma defensiva, esquiva ou omissa. Irá negar qualquer evidência, facto ou realidade.
Irei expor aquelas que são as 10 desculpas mais frequentes identificadas no discurso de indivíduos adictos quando são confrontados e/ou convidados a falar abertamente sobre as consequências da adicção. Gostaria de acrescentar que estas desculpas, mecanismo psicológico de defesa (lógica aditiva), são observadas em vários tipos diferentes de adicção (substâncias psicoactivas lícitas, incluindo o álcool, e as ilícitas, jogo, sexo, compras, dependência emocional, distúrbio alimentar). Gostaria de acrescentar o seguinte, este tipo de discurso também é identificado em alguns membros da família do individuo adicto.~

Nº 1 – “Não tenho nenhum problema com o meu comportamento.”
Esta é das afirmações mais comuns e aquela que considero a mais frequente. O individuo adicto não reconhece e ou admite qualquer problema e/ou consequências negativas da adicção. Nesta fase o individuo avalia os efeitos obtidos através das substâncias e/ou comportamentos, como algo positivo e inócuo, contribuem como um reforço da lógica para continuar os mesmos comportamentos; “Se está tudo bem porque é que hei-de parar?”

Nº2 – “O meu problema não é assim tão grave, o dos outros é pior. Eu sou diferente e posso parar quando quiser”
Apesar das crises em casa, no trabalho, na saúde (doença) e acidentes o individuo adicto continua a afirmar que consegue parar, e por vezes, é tão categórico nas suas convicções que é capaz de arranjar argumentos que convencem e confundem a esposa/o, as crianças, a família, o patrão/colegas; o individuo também acredita nas suas afirmações. Alguns membros de família afirmam “João Alexandre, ele/a dizia que ia parar, e fazia promessas. As nossas discussões eram de tal angustiantes que eu (mãe, pai, esposa, patrão) algumas vezes achei que estava a ser injusta e cruel para com ele/a.  Nos últimos tempos, praticamente ele fez dezenas de promessas, que eu acreditava nas suas palavras, mas na realidade, ele não conseguia cumprir. Cheguei a pensar que estava a ficar doida e a questionar a minha própria sanidade. ”


Nº3 – “Eu consigo controlar…”
Tal como com as outras afirmações, esta desculpa também é muito vulgar, no léxico dos indivíduos adictos. Queremos exercer poder para controlar as nossa vida, dependemos desse controlo. Normalmente, esta afirmação surge como uma justificação para algo de anormal (crise aguda) que tenha acontecido e que esteja relacionado directamente com as consequências da adicção. Por exemplo, um familiar confronta o individuo com uma mentira ou uma promessa que tenha sido quebrada, ou um segredo que tenha sido descoberto:
Substâncias psicoactivas, vulgo drogas:
parafernália relacionada com o uso de drogas lícitas, incluindo o álcool – garrafas escondidas, e/ou ilícitas.
Comportamentos adictivos:
gastar o ordenado ou o orçamento familiar no jogo.
pornografia na internet.
utilização excessiva do cartão de credito em compras.
pequenos furtos no hipermercado, no local de trabalho, em casa.
o dependente emocional reconhecer que a sua vida está caótica, mas que consegue a negar as evidencias.
 comportamentos purgativos e/ou dietas restritivas do individuo com distúrbio alimentar.
Frequentemente, o individuo afirma “Eu prometo que nunca mais acontece…vou controlar a situação.”

Nº 4 – “O meu problema não é assim tão grave, porque ainda consigo trabalhar.”
Esta desculpa está associada ao estigma social associado aos comportamento adictivos, em particular, às dependências das substâncias psicoactivas lícitas, incluindo o álcool, e/ou ilícitas, vulgo drogas. Existe um estereotipo, que na verdade é um mito, de que o individuo alcoólico e/ou dependente de drogas é um marginal, um arrumador de viaturas, um tipo sem força de vontade e um falhado; um individuo alcoólico é um tipo que frequenta os bares e tabernas e que bebe durante todo o dia, assim como o dependente de drogas ilícitas é um individuo marginal, recluso e anti-social. Na realidade, este estereótipo não corresponde à realidade. Qualquer pessoa, dos mais variados estratos sociais pode desenvolver uma dependência; medico, engenheiro, advogado, policia, padre, etc. Mais uma vez, um numero considerável de indivíduos dependentes de substancias e/ou outros comportamentos adictivos (jogo, sexo, dependentes emocionais, distúrbio alimentar, compras e roubo) utilizam esta desculpa com frequência.

Nº5 – “Não estou a magoar ninguém; o único prejudicado sou eu”
Esta desculpa, o individuo admite que tem um problema de comportamento, mas nega qualquer evidência sobre as consequências da sua adicção na família, incluindo as crianças, colegas de trabalho, etc. O seu desenquadramento com a realidade da adicção, é reforçado com a minimização dos danos e com a noção do controlo. Por vezes, e apesar do desgoverno na sua vida, o individuo afirma que, apesar de ser adicto, é um bom pai/mãe, esposo/a, membro da família. Na realidade, sabemos que a adicção afecta e compromete os laços, os afectos e a qualidade do relacionamento com as outras pessoas.

Nº6 – “As crianças não se apercebem do meu problema
Esta desculpa é frequente quando existem crianças na família. É muito frequente ouvir afirmações “Apesar do meu problema, as crianças nunca foram afectadas pela minha adicção porque são muito pequeninas. Não têm a noção do que se passa” Mais uma vez, estas desculpas, não correspondem à realidade, porque as crianças apercebem-se da indisponibilidade do pai/mãe, apercebem-se dos conflitos (separações/divórcios) entre os adultos da família e por vezes, são extremamente protectores dos pais adictos (doentes), porque apercebem-se da sua debilidade física e/ou emocional.

Nº7 – “O meu problema  é causado pelo tipo de pessoas com quem me relaciono.”
Esta desculpa é utlizada pelo individuo doente, e em alguns casos também reforçada pela (ignorância) família, cujo intuito visa a desresponsabilização do problema e das suas consequências; o individuo doente joga o papel da vítima inocente e piedosa. Mais uma vez, existe a tendência, derivado à falta de informação sobre a natureza da adicção, em se culpar os outros; o marido que não é amável e carinhoso, da esposa que esconde (segredos) e/ou ignora, da mãe que culpa os amigos, culpa-se o patrão e/ou o trabalho stressante, etc. Esta desculpa permite a progressão da doença (agudização dos sintomas) porque se procura um culpado/a (bode expiatório), quando na realidade nada muda (na adicção não existem culpados); o agente de mudança é o individuo doente e precisa de apoio a fim de se motivar para aceitar a ajuda. Em algumas situações a família também precisa de apoio de forma a quebrar a barreira da negação. Não é por ser doente que é tratado de maneira diferente; precisa de se responsabilizar pelas consequências do seu comportamento.

Nª8 – “Tenho um problema porque sou doente”
Esta desculpa surge como um sintoma da ambivalência, do estigma, da vergonha e da negação associados aos comportamentos adictivos. O individuo considera que é “um caso perdido…”. Considera que é dependente porque teve azar na vida e não acredita que exista uma solução para o seu problema. Em algumas situações, a própria família, derivado à sua impotência, acredita que não é possível fazer nada “Ele/a é assim…é uma cruz que temos que carregar. Não podemos fazer nada.” Estas dinâmicas na família reforçam a disfuncionalidade na hierarquia, nos limites, nos papéis que cada um desempenha e nos afectos. Consideram-se “apanhados na rede”; adoptam a regra do silêncio – não se fala, não se sente e não confia. Em alguns casos, o individuo considera, erradamente, que os sintomas da adicção são sintomas de outro tipo diferente de patologia; depressão, ansiedade e/ou azar na vida, etc. Nestes casos, a progressão da adicção precisa de ser avaliada (patient placement criteria) por profissionais competentes.

Nº9 – “Se a maioria das pessoas tivesse os mesmos problemas que eu tenho na minha vida, de certeza que também iriam ter problemas idênticos.”
Esta desculpa é utilizada, pelo individuo, como forma de negar, por vezes inconscientemente, a natureza (condição) da adicção; afirmando “Sou adicto/a porque tenho imensos problemas que não consigo resolver”. Realidade: Ninguém escolhe ser adicto e não é um acto voluntario, assim como, ninguém escolhe ter problemas, simplesmente acontecem. O individuo adicto justifica, a progressão e as consequências da sua adicção, com os problemas e adversidades que a maioria das pessoas que não tem problemas de adicção. Os problemas do dia-a-dia são um reforço na lógica adictiva, isto é, se ele/a tem problemas no trabalho, em casa com a esposa/o, problemas de saúde, desemprego, separação, divorcio, crise encontrou uma justificação plausível para consumir/abusar de drogas, incluindo o álcool, ou prolongar indefinidamente os comportamentos adictivos a fim de ficar anestesiado/a e evitar a dor (fuga dos problemas). Como não é possível e/ou realista, no dia-a-dia, não haver problemas e/ou adversidades, o individuo adicto desenvolveu uma justificação (vitimização) para prolongar a adicção; “Como é possível interromper as dependências se tenho imensos problemas na vida?” O individuo não reconhece que a maioria dos seus problemas actuais podem ser uma consequência, directa e/ou indirecta, da adicção. Na realidade, a maioria das pessoas gere e enfrenta os seus problemas diários, sem que para isso seja necessário (prioritário) recorrer a drogas lícitas, incluindo o álcool, e/ou comportamentos (jogo, sexo, distúrbio alimentar, compras, furto, dependência emocional).

Nº10 – “Tenho alguns problemas de comportamento, mas não sou o/a culpado/a.
Esta afirmação o individuo considera que o seu problema de adicção é causado pelos outros, lugares ou coisas (relação causa-efeito). Dada a falta de informação sobre a natureza da adicção e reforçado pelas dinâmicas da família, existe a tendência para se encontrar um culpado. As pessoas acreditam que, assim conseguem encontrar a solução para o problema. Qualquer contrariedade e ou problema na sua vida, é uma justificação, perfeitamente legitima, no seu entender, para recorrer aos efeitos anestesiantes, sejam oriundos das substâncias psicoactivas e/ou comportamentos adictivos, a adicção funciona como um tipo de auto medicação. O individuo considera, erradamente, que a adicção é um sintoma de outro tipo de problemas/doença. Culpabiliza a família, o emprego, o patrão, a mulher/marido, a crise, etc.
Estas desculpas podem ser reforçadas naqueles indivíduos que apresentam vários tipos de adicção, por exemplo adicto a drogas e ao jogo ou adicto a drogas e distúrbio alimentar.

Quem gosta de estar doente? Quem gosta de perder o controlo da sua vida? A adicção (substâncias psicoactivas e comportamentos adictivos) é uma doença, aparentemente sem sintomas, na realidade são negados, a fim de progredir e ser legitimada, desta forma o individuo perde a capacidade critica, tomar decisões construtivas e saudáveis; o prazer repetitivo de uma hora justifica o sofrimento de horas, semanas, meses e anos. A adicção, no individuo, acaba por ser um estilo de vida e o seu problema numero um (primário); “Sou assim. Ninguém tem nada com isso.”

 publicado por João Alexandre Rodrigues

O "Vicio" de drogas, incluindo o álcool, é uma doença; não é uma escolha individual

O «Vicio» de drogas, incluindo o álcool, é uma doença; não é uma escolha individual

10 Questões importantes para reflectir sobre as dependências de drogas, incluindo o álcool, e o jogo patológico.

1. De acordo com estimativas das Nações Unidas (United Nations Office on Drugs and Crime - UNODC) existem mais de 10 milhões de pessoas dependentes de heroína no mundo. Em cada 1.000 consumidores de heroína, 2,6 morrem, por exemplo, de overdose. A heroína é uma substancia psicoactiva extremamente adictiva.

2. Sabia que o abuso de drogas, incluindo o álcool, distorce a percepção da realidade. As pessoas podem revelar-se irracionais, excêntricas e excessivamente desinibidas. Em alguns casos, podem revelar-se violentas.

3. Associado ao abuso e à dependência de drogas, incluindo o álcool, o individuo é sujeito à oscilação acentuada das suas emoções que podem variar entre o ódio e a euforia, do entusiasmo à apatia. Por exemplo, é frequente o individuo dependente, estar triste e apático, e ao consumir drogas, incluindo o alcool, proporciona a si mesmo uma sensação de felicidade, apesar de ser efémera.

4. Para um individuo dependente de drogas, incluindo o alcool, e o jogo patológico revela-se extremamente difícil ter a percepção sobre os efeitos e as consequências negativas dos seus comportamentos. A dependência é a causadora da maioria dos fracassos e da frustração tornando assim a vida insuportável e em alguns casos mais extremos pode revelar-se caótica. Quanto mais dificuldades, maior será a necessidade de recorrer ao comportamento problemático associado às dependências – abusar de drogas, incluindo o álcool, e/ou jogo patológico.

5. No início do consumo de drogas ilícitas, estas intensificam a actividade; mais concentração, mais desinibição, bem-estar e alívio. Gradualmente, na dependência as drogas suprimem a actividade; menos concentração e perda de memória, mais desadequação e constrangimento, desconforto físico e psicológico.

6. Dependência de drogas incluindo o alcool.
Você sofre da síndrome de abstinência, vulgo ressaca?
Os sintomas de ressaca surgem quando o individuo abusa das substâncias psicoactivas, do sistema nervoso central até à intoxicação. Os sintomas da ressaca estão associados à frequência, à intensidade e à duração do abuso das drogas, incluindo o álcool.

7. Benzodiazepinas: medicamentos tranquilizantes e/ou ansiolíticos sujeitos a receita medica. São substâncias que geram dependência física e psíquica. Caso o abuso seja continuado, a interrupção abrupta representa um risco grave para a saúde. Algumas pessoas dependentes de benzodiazepinas são também dependentes de álcool e/ou outras drogas ilícitas (adicção cruzada) - uso concomitante de substâncias.

8. Sabe o que são os analgésicos? São drogas poderosas que interferem com a transmissão de sinais eléctricos do sistema nervoso central pela qual entendemos e percebemos a dor. A maioria dos analgésicos estimula as partes do cérebro associadas ao prazer. Se toma medicação siga a prescrição do seu médico. Não faça auto medicação.

9. Alguns efeitos do abuso do álcool e/ou dependência: descoordenação motora, perda da concentração e da memória, danos cerebrais, depressão e doenças do fígado (cancro). O abuso do álcool e a dependência afectam seriamente as relações pessoais; família, trabalho, sociais.

10. A dependência de drogas, incluindo o álcool, e o jogo afectam seriamente o desempenho e os relacionamentos profissionais; abstenção laboral, perda de memória e concentração, negligencia, falta de ética profissional, conflitos com colegas e entidade patronal.

publicado por João Alexandre Rodrigues

Sensações fantásticas, mas com consequências dramáticas!

Sensações fantásticas, mas com consequências dramáticas!
Paradoxo: Sensações fantásticas, com base no prazer imediato, mas com consequências dramáticas, a médio e a longo prazo.

Durante as minhas deambulações pelo espaço virtual, selecionei esta fotografia da qual desconheço o seu autor, porque atraiu a minha atenção, principalmente, pelo conteúdo das palavras, reflectem uma constatação sobre a complexidade do consumo, do abuso e da dependência de substâncias psicoactivas do sistema nervoso central, vulgo drogas lícitas, incluindo o álcool, e as ilícitas. 

O ser humano, ao longo da sua evolução e há milhares anos, sempre consumiu e irá continuar a consumir drogas, por inúmeras razões; rituais, tradições, sensações, tendências, etc. Em pleno seculo XXI o que é que aprendemos com o recurso e a utilização das drogas? Quais são os ensinamentos que retiramos dos beneficios e das desvantagens sobre o consumo de drogas? 

O consumo de drogas, sejam elas quais forem lícitas e/ou ilícitas, proporcionam sensações e experiências fantásticas ao ser humano, de tal forma que existem drogas para todo o tipo de preferências e gosto. Obviamente, que excluo as drogas (medicação) sujeitas a receita médica.

Todos nós, procuramos sensações que nos permitam experimentar o transcendente, o misterioso, o alívio e o bem estar ou desafiar o perigo, como um jogo que procuramos jogar recorrendo às nossas próprias regras, às tradições, rituais e talentos. Todavia, não somos todos iguais, existem limites e regras, quando são ultrapassados e/ou quebradas, tal como acontece com as regras do sociedade em que vivemos, inevitavelmente sofremos o impacto negativo e as suas consequências. Esta questão aplica-se a praticamente a tudo na vida, visto também precisarmos de regras para ser livres e felizes. Quanto às consequências do consumo frequente de drogas, refiro-me inevitavelmente, ao abuso e àdependência de drogas (doença) com os danos trágicos que todos nós conhecemos, directa e/ou indirectamente.

Somos livres em procurar as sensações e as experiências que acrescentem valor e significado no rumo da vida, mas é preciso assumir a responsabilidade pelas opções e decisões que seleccionamos a fim de vivermos uma vida plena. 
Com isto quero somente dizer que as drogas proporcionam sensações extraordinárias, mas na realidade, não funcionam quanto a resolver problemas existenciais, familiares e profissionais.

publicado por João Alexandre Rodrigues

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

TERCEIRO PASSO - Detalhado

PASSO TRÊS

“Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós O compreendíamos.”

Como adictos, várias vezes entregamos nossa vontade e nossas vidas a um poder destrutivo.
Nossa vontade e nossas vidas eram controladas pelas drogas. Fomos capturados pela necessidade de satisfação imediata que as drogas nos davam. Durante esse período, todo nosso ser — corpo, mente e espírito — estava dominado pelas drogas. Por algum tempo, isto nos deu prazer; depois, a euforia começou a desaparecer e vimos o lado horrível da adicção. Descobrimos que, quanto mais alto as drogas nos  evavam, mais para baixo elas nos deixavam na volta.
Encaramos duas escolhas: ou sofrer a dor da retirada das drogas ou tomar mais.
Para todos nós, chegou o dia em que já não havia mais escolha: tínhamos que usar. Com nossa vontade e nossas vidas entregues à nossa adicção, e em total desespero, procuramos um outro caminho. Em  Narcóticos Anônimos, decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós O compreendemos. Este é um passo gigantesco. Não precisamos ser religiosos; qualquer um pode dar este passo. Só é preciso boa vontade. Só é essencial abrirmos a porta para um Poder maior do que nós.
Nosso conceito de Deus não vem de um dogma, mas daquilo em que nós acreditamos e que funciona para nós. Muitos de nós compreendem Deus, simplesmente, como sendo aquela força que nos mantém limpos. O direito a um Deus, da maneira que você compreende, é total e irrestrito. Por termos este direito, precisamos ser honestos a respeito da nossa crença, se quisermos crescer espiritualmente. Descobrimos que tudo o que precisávamos fazer era tentar. Quando fizemos nossos melhores esforços, o programa funcionou para nós, como havia funcionado para tantos outros. O Terceiro Passo não diz que “Entregamos nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus.” Diz que “Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós O compreendíamos.” Nós decidimos; não foram as drogas, nossas famílias, uma autoridade, um juiz, um terapeuta ou um médico. Fomos nós que decidimos! Pela primeira vez, desde aquela primeira onda, tomamos uma decisão por nós mesmos.
A palavra decisão implica ação. Esta decisão é baseada na fé. Precisamos apenas acreditar que o milagre que vemos acontecer nas vidas de adictos em recuperação pode acontecer a qualquer adicto que tenha o desejo de mudar. Percebemos apenas que existe uma força para o crescimento espiritual, que pode nos ajudar a sermos mais tolerantes, pacientes e úteis para ajudar os outros.
Muitos de nós disseram: “Tome minha vontade e minha vida. Oriente‐me na minha recuperação. Mostre‐me como viver.” O alívio de “abrir mão e entregar a Deus” ajuda ‐nos a desenvolver uma vida que vale a pena viver.
A rendição à vontade do nosso Poder Superior vai ficando mais fácil com a prática diária.
Quando tentamos honestamente, funciona. Muitos de nós começam o dia com um simples pedido de orientação do seu Poder Superior.
Apesar de sabermos que a entrega funciona, podemos ainda tomar nossa vontade e nossa vida de volta. Podemos até ficar com raiva porque Deus o permite. Há momentos na nossa recuperação em que a decisão de pedir ajuda a Deus é a nossa maior fonte de força e coragem.
Nunca é demais tomar esta decisão. Nós nos rendemos calmamente, e deixamos que o Deus, da maneira que compreendemos, cuide de nós.
A princípio, as nossas cabeças não paravam com perguntas: “O que vai acontecer quando eu entregar a minha vida? Ficarei perfeito?” Talvez tenhamos sido mais realistas. Alguns de nós tiveram que ir até um membro de NA experiente e perguntar: “Como é que foi com você?” A resposta varia de membro para membro. A maioria de nós sente que as chaves deste passo são mente aberta, boa vontade e rendição.
Rendemos nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de um Poder maior do que nós. Se formos rigorosos e sinceros, perceberemos uma mudança para melhor. Nossos medos são diminuídos e a fé começa a crescer, à medida que aprendemos o verdadeiro significado da rendição. Não estamos mais lutando contra o medo, a raiva, a culpa, autopiedade ou depressão.
Percebemos que o Poder que nos trouxe para este programa ainda está conosco, e continuará nos guiando se O deixarmos. Começamos lentamente a perder o medo paralisante da desesperança. A prova deste passo é a maneira como vivemos. Passamos a apreciar a vida limpa e queremos mais das boas coisas que a Irmandade de NA tem para nós. Sabemos, agora, que não podemos parar no nosso programa espiritual; queremos tudo o que pudermos conseguir.
Agora estamos prontos para a nossa primeira auto‐avaliação honesta, e começamos o Passo Quatro.